21/08 - Consórcio

Educação Financeira ainda é tabu em muitos países

Brasileiros não sabem como se preparar para a aposentadoria


O aumento da expectativa de vida do brasileiro impõe desafios. Principalmente, porque a maioria de nós ainda não se planeja para garantir um futuro financeiro ao deixar de trabalhar. Foi o que revelou uma pesquisa sobre aposentadoria, realizada pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), em parceria com o Banco Central. Segundo o estudo, seis em cada 10 brasileiros (64,2%) não se preparam corretamente para a aposentadoria, excluídas as contribuições com o INSS. Os motivos mais citados são a falta de recursos financeiros (32,7%) e desconhecimento de como começar a poupar (19,6%). E isso é uma verdade – em muitos países, a educação financeira já é disciplina básica escolar, enquanto no Brasil, o assunto é praticamente um tabu.

 

A pesquisa também identificou os meios mais comuns de se preparar para a aposentadoria. São eles as aplicações financeiras (42%), principalmente a previdência privada (20%). Foram citados ainda outros ativos financeiros, como ações, títulos ou fundos (20%). Para 35%, os recursos do INSS servirão de renda e 16% disseram que dependerão de terceiros, tais como cônjuges, filhos ou outras pessoas da família. Já 37% dos entrevistados disseram que pretendem continuar ativos no mercado de trabalho ao se aposentar – uma realidade mais comum aos países menos desenvolvidos e com menor valorização das pessoas idosas.

 

Estima-se que a população acima de 65 anos na sociedade brasileira chegue a 25% em 2060, segundo projeções do IBGE. Ou seja, com maior parte da população envelhecendo e com saúde, será cada vez mais importante começar a pensar em uma complementação de renda, ainda jovem, e não apenas quando se aproxima o momento de parar de trabalhar.

 

A pesquisa mostra que os entrevistados, apesar de pouco agirem, parecem entender as consequências sobre a não preparação para a aposentadoria: 38,8% imaginam uma queda no padrão de vida, comparado ao atual, 26,7% afirmam que uma consequência seria não viver tranquilamente na terceira idade por não ter renda fixa mensal e 13,8% creem que não poderão parar de trabalhar.

 

 

 

Aposentadoria imobiliária

Uma das formas de se preparar para a aposentadoria é investindo em imóveis, que poderão gerar receita por meio de aluguéis. E uma modalidade acessível para adquirir esses bens, principalmente para quem pensa no futuro e não tem pressa, é o consórcio.

 

Apenas em 2018, 885 mil brasileiros decidiram se juntar a essa modalidade, 6,4% a mais que em 2017. Já 72,4 mil participantes foram contemplados e puderam utilizar o crédito contratado para adquirir o imóvel desejado. Para eles, foram disponibilizados R$ 7,22 bilhões.

 

O consórcio permite ao consumidor adquirir imóveis a médio e longo prazos, com parcelas adequadas ao seu orçamento. Ou seja, é ideal para este tipo de planejamento.

 

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