06/07 - Gazin

Cresce a participação das mulheres na compra de imóveis

Os planos de consórcios oferecem o prazo que elas precisam para seu
perfeito e detalhado planejamento

 Segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), ao todo, mais de 130,4 mil imóveis residenciais foram vendidos no Brasil no ano de 2019, o que representa um aumento de cerca de 10% em relação a 2018, quando foram comercializadas 118,9 mil unidades.

 

Outra constatação por quem atua no setor é que as compras realizadas por mulheres estão cada vez mais comuns, especialmente as solteiras e divorciadas. Historicamente, elas sempre tiveram o poder de decisão na busca e escolha de novos imóveis, mas agora também estão ampliando a sua participação como pagadoras, já que cresce também o número de mulheres em cargos executivos nas grandes empresas, como nas taxas de empreendedorismo no Brasil, além do número expressivo de mulheres que são chefes de família hoje, sendo elas mães solteiras ou mesmo casadas.

 

As mulheres sempre tiveram influência decisiva na escolha do imóvel, inclusive sendo a pessoa que dá início a busca por um novo local para morar, no entanto, as mulheres passaram a assumir também o papel de protagonistas na hora de fechar os negócios.

 

Consórcios mais femininos

Essa contextualização do mercado está em linha com os dados registrados pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). Em um levantamento divulgado em julho do ano passado, a entidade demonstrou que, do total de negócios fechados no país, 82% foram firmados com pessoas físicas. Desse universo, 53% eram homens e 47% mulheres.

 

Os resultados, quando comparados à mesma pesquisa conduzida pela ABAC em 2017, mostram um aumento da presença feminina nos consórcios. À época, as mulheres representavam 35% do total de participantes em consórcios.

 

Prioridades e demandas femininas

No momento de comprar um imóvel, homens e mulheres tendem a priorizar itens diferentes, mesmo que ambos busquem igualmente um bom negócio. E o mercado precisa estar atento aos anseios delas e deles ao procurar por um imóvel.

Enquanto a ABAC informa um aumento de 14% na participação delas em consórcios imobiliários, pesquisas revelam que em alguns estados, como o Rio de Janeiro, por exemplo, 63% das compras de imóveis realizadas foram feitas por mulheres.

 

De acordo com especialistas, elas são mais detalhistas e críticas na hora de uma compra imobiliária e pesquisam mais que os homens ao comprar imóveis. Isso acontece, porque além da preocupação com o pagamento do imóvel, a mulher carrega valores mais subjetivos e emocionais ao estudar a compra de um imóvel. Elas não deixam de considerar as implicações financeiras, mas procuram se antecipar a outros itens, pensando em como aquele imóvel vai interferir no futuro dela e no da sua família.

 

Sendo mais críticas e planejadas, as mulheres representam grande nicho do mercado de consórcios, pois ao adquirir um, ela usará o tempo de espera da contemplação ou lance para pesquisar com cautela sobre as opções de imóveis e, certamente, terá a decoração já montada na sua cabeça, pronta para sair do papel.

 

Você, leitora da nossa matéria! Aposto que chegou ao final desse texto, suspirando com a possibilidade de aquisição do seu imóvel, não é mesmo? Procure o Consórcio Gazin e tenha a certeza que ajudaremos você a encontrar um plano que cabe no seu orçamento e no seu sonho.

 

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