09/09 - Gazin

Dê um cofrinho para o seu filho

Educação financeira na infância prepara adultos conscientes sobre planejar e investir


Criar filhos com consciência financeira, preparados para serem independentes e que saibam valorizar o dinheiro adquirido com o trabalho, são alguns dos desafios dos pais e que podem começar a ser ensinados logo na primeira infância, de forma lúdica e apropriada para a faixa etária das crianças. E que tal começar a Alfabetização Financeira presenteando os filhos com o clássico cofrinho?

O cofrinho pode transformar o hábito de poupar em uma brincadeira divertida e com recompensas no futuro, para a criança entender que todo esforço tem um propósito. É importante estabelecer metas fáceis de poupar, para evitar frustrações. O período e frequência para abertura do cofrinho tem que corresponder à idade do pequeno. Quanto mais novo, menos preparado para esperar por muito tempo ele estará. Neste caso, é importante abrir o cofrinho algumas vezes durante o ano. Já as crianças mais velhas são capazes de esperar mais tempo.

Segundo o especialista em Planejamento Financeiro e CEO na Allea Wealth Management, Francisco Levy, em entrevista à Agência Brasil, a educação financeira pode começar aos poucos, a partir da primeira infância, entre 3 a 5 anos de idade, na medida da compreensão de cada uma sobre o dinheiro. Ao ensinar os filhos a poupar e planejar gastos, recompensando atividades simples com remunerações que eles mesmo poderão guardar em seus cofrinhos para, futuramente, pagar um passeio ou comprar um brinquedo, por exemplo, é um método simples para educá-los financeiramente, para que tenham consciência que as coisas custam um valor e podem ser pagas com o resultado de seus trabalhos.

“É fundamental também ao longo de toda infância, envolver os pequenos no orçamento familiar, mostrar restrições e objetivos, sempre em um ambiente realista e ponderado. Discussões tensas sobre o tema vão ser absorvidas pelas crianças e não ajudarão em nada”, acrescenta Levy, opinando que, dessa forma, os pais criarão adultos mais conscientes da necessidade de planejar e investir.

Consórcio na infância

Sabendo que consórcio consiste em um grupo de pessoas que desejam adquirir um bem ou serviço e abrem uma poupança em conjunto, garantindo que todos os participantes poderão usar a conta para comprar o que desejam em um algum momento, é possível ensinar as crianças que elas podem unir esforços financeiros para conquistar algo que desejam.

Supondo que uma família fará uma viagem e que neste destino há uma atração de grande interesse de todos, por exemplo um brinquedo radical que é pago extra. Muito antes de viajar, os pais, informam seus filhos sobre o valor deste brinquedo, então fazem um cofrinho único para todos, onde cada um vai depositar de tempos em tempos uma quantia igual, que todos poderão desfrutar. No primeiro dia, o contemplado será o filho mais velho, no dia seguinte o irmão mais novo, na sequência o papai e, por fim, a mamãe.

Com uma dinâmica simples, as crianças compreenderão que é possível unir esforços para que todos sejam contemplados igualmente e, assim, quando forem adultas, estarão familiarizadas com essa possibilidade de poupar dinheiro em conjunto para conquistar o que sonham.


Referências:

www.vidaprevidenciaria.com.br

agenciabrasil.ebc.com.br


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